Candidato a deputado estadual Loester Nunes afirma que não existe ajuda financeira para eleitores

O candidato a deputado estadual, atual vereador Loester Nunes (MDB), afirma que não existe ajuda financeira para os eleitores. A entrevista aconteceu nesta terça-feira (11), na rádio Diamante FM, no programa Bronca do Eli, com o jornalista Eli Sousa.

Em entrevista o candidato fala sobre a dificuldade financeira. “Sempre falava que a campanha não tem dinheiro mas sempre dava um jeito, mas essa realmente não tem. Não vou pedir dinheiro porque a população não precisa pagar para candidato nenhum, devia ter ajuda pública e definido quanto recebe um candidato estadual e um federal. Com isso você tem uma noção de transparência e população não fica achando que está lotado de dinheiro. Não existe ajuda financeira para eleitores”, afirma.

Loester afirma que um dos motivos de se candidatar é o pedido da população de mudança. “A população quer mudança da mesma forma que foi a eleição de vereadores. Eu não era vereador e fui o terceiro mais votado em Campo Grande, porque apresentava renovação. Hoje a Assembleia Legislativa não pode continuar como está”, comenta.

Ao ser questionado sobre a Caravana da Saúde, o candidato demonstra ser contra. “A Caravana da Saúde é uma forma de por dinheiro que não precise de transparência. Essa é a realidade porque além de se gastar fortuna com isso, você presta uma assistência de cirurgias pequenas, são importantes sim mas nos hospitais. Eles não fazem contrato com hospitais, quando fazem não cumprem”, afirma.

“Quando saiu a taxa do lixo eu fui totalmente contra, quando estava discutindo na mesa com o prefeito já mostrei que não fui favorável. Devemos manter os valores, eu sentia que aquilo ali era para realmente arrecadar tanto é que querem que paguemos totalmente a taxa. Vamos pagar a parte do município, e foi feito exatamente  e estourou tão grande que voltaram para trás. Ano que vem quando vier a cobrança aí não depende mais da câmara. Isso foi um assalto ao bolso da população”, comenta.

O candidato visita bairros e escuta sobre reclamações da população. “Ainda se houve reclamações sobre buracos na cidade. A administração nossa está péssima, precisamos de pessoas que não sejam oportunistas. Minha profissão é médico, as pessoas precisam parar de fazer da política uma profissão”, finaliza.

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