Capital registra 37% do total de chuva esperada para o mês de outubro em apenas 2h

A chuva que atingiu Campo Grande esta semana e deixou estragos,  foi representada 37% da quantidade de chuva esperada para todo o mês de outubro, conforme estimativa do Centro de Monitoramento do Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul (Cemtec).

A Defesa Civil do Estado é responsável por alertar os municípios sobre as possibilidades de tempestades, chuvas fortes e outros eventos naturais. Quando há necessidade de suporte, a Defesa Civil também atende os municípios de Mato Grosso do Sul de forma complementar. A expectativa é de que chova no mês de outubro até 147,9 milímetros, mas só ontem, em menos de duas horas, choveu aproximadamente 55 milímetros.

Além do apoio às cidades, a Defesa Civil Estadual é encarregada de emitir alertas de perigo à população, sempre que existe a previsão de eventos naturais que possam causar estragos ou ceifar vidas. Os alertas servem de prevenção para possíveis desastres.

As chuvas nesse período da Primavera são comuns, já que a estação representa a transição do tempo mais seco (Inverno), para o tempo mais chuvoso (Verão). Existem canais de umidade, que são os ventos úmidos da região Norte, que passam pelo Estado, e também as ações de frentes frias, que contribuem para a instabilidade se formar muito rápido. O choque de duas massas, quente e fria – sendo a massa de ar quente mais forte nesse período – provoca os temporais, nuvens de tempestade e favorece os raios segundo estudos meteorológicos.

Sobre a chuva forte dessa quarta-feira foi algo atípico. Uma frente fria que estava na costa Sudeste do País, e avançava para Mato Grosso do Sul, se chocou com os ventos úmidos que chegavam no Estado e o resultado disso foram nuvens muito altas e que cresceram muito rápido. O potencial de nuvens ficou concentrada na Capital, por isso o volume expressivo de chuva.

Previsão

A Defesa Civil do Estado emitiu um alerta para as regiões de Mato Grosso do Sul que podem ser atingidas por chuva intensa. O órgão pede que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, desligue aparelhos eletrônicos e o quadro geral de energia. Os ventos podem chegar a 60 km/h e precipitação de até 50 milímetros ainda hoje.

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