Presidente do Dakila Pesquisa quer mudar mapa-múndi

Jota Menon

“Estamos muito felizes, pois a homenagem que recebemos na Assembleia Legislativa de simboliza o reconhecimento aos esforços de todos os associados do Dakila Pesquisas que, ao longo de mais de 20 anos, vêm contribuindo para o desenvolvimento do Estado do Mato Grosso do Sul, do Brasil e de toda a humanidade”, afirmou o pesquisador e ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira durante entrevista no programa “A Bronca do Eli” levado ao ar na Rádio Diamante FM, com o jornalista Eli Souza.

Fundado em 1997 por Urandir Fernandes o Dakila Pesquisa atrai visitantes do mundo inteiro, interessados em conhecer os resultados dos estudos dos cientistas do instituto. De acordo com os registros do Dákila Pesquisas, mais de 700 mil pessoas de todos os continentes da Terra já visitaram a base de pesquisas localizada no Morro da Furna da Boa Sorte no município de Corguinho.

“Com as oportunidades que foram surgindo partimos para o campo de pesquisa e como o objetivo de provar sobre a circunferência da Terra constatamos que tem uma planicidade nas águas que é nivelada e não tem curvatura nenhuma. Contra fatos não há argumentos, as pesquisas foram inquestionáveis”, comenta.

Ao ser questionado como esse resultado foi aceito pela comunidade científica, o pesquisador afirma que se surpreendeu. “Foi uma surpresa para nós. Aceitaram de uma maneira muito boa. Não houve até agora nenhum questionamento por parte dos profissionais da ciência. Pelo contrário, até estão nos apoiando e nos convidando a participar de eventos” afirma.

Urandir enfatiza que existe a possibilidade de uma mudança no mapa-múndi. “Já estamos com um projeto aqui no Brasil e em outros países também. Vai ser uma reforma global. Vamos lançar um novo mapa-múndi no próximo ano mostrando a geografia como realmente é” comenta.

Segundo o pesquisador e ufólogo, ao todo a pesquisa durou sete anos. “Foram sete anos incansáveis, dia e noite. Só divulguei depois de ter em registros todos os dados concretos, pois é um assunto muito polêmico. Iríamos derrubar uma teoria que existe mais de três mil anos” disse.

DOCUMENTÁRIO – Em março deste ano, o Dakila Pesquisas lançou mundialmente, em 13 idiomas, o longa-metragem “Terra Convexa: O Documentário”. A obra cinematográfica revela experimentos científicos realizados ao longo de sete anos que comprovam que a Terra não é esférica e sim plana nas águas e convexa nos continentes. O documentário já foi assistido por mais de 80 milhões de pessoas.

E, devido aos resultados das pesquisas obtidos pelos pesquisadores do Dákila Pesquisas, parlamentares da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul emitiram uma Moção de Congratulação ao pesquisador Urandir Fernandes de Oliveira em reconhecimento à notoriedade dos serviços prestados pela associação ao Estado do Mato Grosso do Sul e ao Brasil. A entrega da honraria aconteceu no último dia 2 Plenário Deputado Júlio Maia.

MAPA-MÚNDI – O mapa-múndi, ou planisfério, é uma representação cartográfica plana, em escala reduzida, de toda a superfície do planeta Terra. Tal mapa mostra ambos os hemisférios do planeta ao mesmo tempo, evidenciando todos os continentes, que podem ser divididos entre 4 e 7 a depender da classificação escolhida, sendo comum dividi-los em 6.

Em latim, mappa designava, primeiramente, lenço e, posteriormente, a representação gráfica de um terreno. Mappa mundi era, então, a representação gráfica do mundo.

A projeção do nosso globo mais utilizada até hoje foi a “Projeção de Mercator”, feita por Gerardus Mercator em 1569. Essa projeção, porém, é alvo de críticas, tanto por ser eurocentrista – a Europa é o centro do mapa – quanto porque o mapa é bastante distorcido nos extremos norte e sul do globo; por exemplo, a Antártida está bem maior que o continente da África, quando na verdade a África é quatro vezes maior que este.

Outra projeção, pouco conhecida. mas bastante polêmica, é a Projeção de Gall-Peters. Sua criação suscitou debates acalorados entre os cartógrafos, devido às implicações políticas de suas características realçando países em desenvolvimento, distorcendo e colocando, em segundo plano, os países da porção norte do globo terrestre (EUA, Europa).

A Projeção de Mercator foi sendo substituída por outras projeções, como a Projeção de Mollweide, a Projeção de Robinson e a Projeção de Winkel Tripel. Essas projeções deformam menos o mapa, e por isso vêm sendo mais adotadas.

Todas as formas de projeção adotadas até hoje são denominadas anamórficas, já que transferem uma macrogeometria esférica e rugosa (topografia) para um plano, a partir de um ponto de referência. Essas variações históricas dos mapas em distorções nas proporções dos continentes podem sugerir relações simbólicos-políticas, já que, astronomicamente, não há início ou fim, nem parte superior ou inferior do globo.

A despeito dos “centrismos” relacionados à escolha do meridiano central, a referência costuma ser o norte geográfico e magnético, e o eixo de rotação da Terra, exceto para mapas não-globais. Ele também nos apresenta as longitudes e latitudes, e outras linhas que formam nosso planeta como; equador, meridianos e etc.

Agora as projeções de Mercator, Mollweide e Winkel Tripel devem ser substituídas pela “Projeção do Dákila Pesquisas”, “Projeção de Urandir Fernandes”  ou a “Projeção do Projeto Portal”, os nomes sugeridos para o novo mapa-múndi que deverá ser apresentado pelos cientistas do Dákila Pesquisas.

DÁKILA PESQUISAS – Com sede no município de Corguinho (MS), a associação possui núcleos em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Vitória (ES), Natal (RN), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR) e Salvador (BA). No exterior está presente no Paraguai, Bolívia, Chile, Argentina, Espanha, França, Alemanha, Japão e Estados Unidos.

Sem fins lucrativos, o Dakila Pesquisas tem por finalidade promover o desenvolvimento econômico e social, visando o combate à pobreza e a miséria; realizar estudos e pesquisas, produzindo e divulgando conhecimentos técnicos e científicos, além de desenvolver tecnologias alternativas, entre outras ações.

 

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