Delegado Wellington solicita anulação do pleito para o Conselho Tutelar

Diante das irregularidades constatadas no processo de votação para a escolha dos Conselheiros Tutelares 2020/23 de Campo Grande, realizada no domingo (6), o vereador Delegado Wellington (PSDB), encaminhou um oficio ao presidente da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social), José Mário Antunes da Silva, recomendando a anulação do Processo de Eleições Unificadas para o Conselho Tutelar, regido pelo Edital nº 01/CMDCA/2019-1.

O parlamentar recomenda a anulação do pleito devido as ocorrências dos fatos, que geraram transtornos aos cidadãos, problemas estes elencados e justificados no documento, tais como:

Falta de cédulas: Sem a urna eletrônica, a eleição para a escolha dos conselheiros tutelares começou com falta de cédulas e atrasos em várias escolas de Campo Grande, citando como exemplo a Escola Municipal Professor Plínio Mendes dos Santos, no Guanandi, aberta com 40 minutos de atraso.

Falta de Nomes de candidatos: muitos eleitores reclamaram que nomes de seus candidatos e números não estavam disponíveis;

Locais de votação: a forma como foi organizado os locais de votação foi insuficiente para o número de eleitores, sendo disponibilizadas 60 escolas, algumas sessões agrupadas, resultando em filas e horas de espera do cidadão para conclusão da votação, acarretando na desistência de diversos eleitores;

Votação sem urna eletrônica: voltamos ao tempo, sem a urna a eleição ficou desorganizada e demorada e burocrática. Melhor seria ter marcado nova data para as eleições com os candidatos com liminares;

Ausência do nome de alguns eleitores: nos locais de votação determinados em lista oficial para a sessão de votação;

Insuficiência de pessoal de apoio às eleições: não havia nos locais de votação pessoas prestando informações sobre o pleito, orientando e sem nenhuma fiscalização.

Prezando pelos princípios da transparência e da democracia, o vereador Delegado Wellington, justifica que “não há outra alternativa a não ser determinar de ofício a anulação a referida fase de eleições, como órgão autorizador e fiscalizador, junto ao CMDCA, onde muitos deixaram de votar pela desorganização, outros por não ter seu nome na lista dos mesários e ainda a demora no pleito, tudo isso aliado a problemática de urnas com votação escrita”.

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