Em entrevista exclusiva à Rádio Diamante FM, ao programa “ A Bronca do Eli”, do jornalista Eli Sousa, deputado federal Fábio Trad, fala sobre os seus trabalhos desenvolvidos a nível nacional e estadual, situação de Mato Grosso do Sul e Eleições 2018.

“há vida pública me proporcionou presidir a Ordem dos Advogados em 2007, e de lá pra cá não sai do debate público, não necessariamente político. Em 2010, conseguimos nos eleger deputados federais, não tivemos o privilégio de titularizar o mandato e com a assunção de Marun em Brasília, agora temos a oportunidade de representar Mato Grosso do Sul, no parlamento”, diz Fábio Trad.

O legislativo tem a prioridade em criação de leis, “temos que ter uma certa independência, senão vamos desonrar os votos que recebemos. Claro que tem o outro lado, relacionado as emendas parlamentares, mas essas são impositivas, obrigatórias. Ele negocia essas emendas, e com isso quem perde é o eleitor. Mas todos os 8 estão realizando emendas para o município de Campo Grande”, aponta parlamentar com relação as funções exercidas no parlamento nacional.

Deputado Federal, Fábio Trad, é advogado, jurista, tem atuado muito em Brasília, “até agora como legisladores apresentamos 6 projetos de leis, em várias áreas, em tributária para combater a burocracia, o Brasil é um país extremamente burocrático, e um empresário que tem que pagar muitos tributos transfere essa cobrança para o consumidor final. Também encaminhamos um projeto para combater a “Fake News”, eleitoral, penal, recentemente um projeto muito importante na área de direito consumidor, com relação as empresas de telefonia, que apresentam um serviço de péssima qualidade”, diz.

Os projetos devem ser analisados com tempo pelos parlamentares, “uma fala de um parlamentar brasileiro ecoa pelo Brasil, e temos que tomar cuidado com o que falamos. A indignação que impomos contra o Contran, repercutiu sobre o país, sobre a renovação da habilitação. O único deputado de Mato Grosso do Sul, que teve a coragem de enfrentar o poder executivo denunciando essa manobra fomos nós”, destaca.

“A família Trad tem uma tradição muito grande aqui no Estado desde 1958, não podemos errar e temos que estar a frente disso, é uma tradição que ocorre há 60 anos. Nelsinho está viajando, apresentando a sua disposição como pré-candidato ao senado, representando Mato Grosso do Sul, tem serviços prestados, tem as credenciais necessárias para representar o Estado em Brasília, fez mais de mil obras como prefeito em Campo Grande, suplantando o André Puccinelli”.

Com relação ao “Ptismo”, “vejo que o Ptismo, agora enfrenta o seu oposto, vejo que as instituições funcionaram satisfatóriamente e constato que o debate político no Brasil está doente, está todo preso. Mas é preciso perguntarmos a população ‘é contra a corrupção ou contra o ex-presidente’, porque se elas se contentarem com isso, tem corrupção em todos os outros partidos políticos e temos que ver ela funcionar em relação aos caciques de outros partidos”, aponta.

Sobre as eleições 2018, “sou pré-candidato a deputado federal, porém, antes disso preciso conversar com a nossa diretoria para podermos ver a possibilidade de ganhar as eleições. Mudei para o PSD, porque o MDB mudou a sua visão, o que me deixou descontente com algumas lideranças e isso me fez repensar estar no partido e agora estou no PSD. Ainda não foi decidido o governo do estado, porém, eu já digo que nenhum dos três nomes que estão sendo cogitados me chamam a atenção, Mato Grosso do Sul precisa de alguém competente para gerenciar com qualidade e segurança o Estado”, conclui.