Reinaldo Azambuja diz que Expogrande é o marco da agropecuária estadual

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O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), foi a principal estrela na solenidade de abertura da Exposição Agropecuária e Industrial de Mato Grosso do Sul – Expogrande – que neste ano comemora a realização da sua 80ª edição consecutiva.

Ao discursar na abertura do evento, Reinaldo Azambuja afirmou que a Expogrande “é um marco para o Mato Grosso do Sul” haja vista que a sua realização remonta a oito décadas, enquanto que o Estado tem apenas 40 anos de existência como unidade federativa independente.

“A Expogrande começou há 80 anos, sendo que o nosso Estado completou no ano passado 40 anos de existência. Então, bem antes da divisão já tínhamos a força da exposição e do agronegócio, motivo pelo que hoje é um dia festivo” disse o governador.

Reinaldo lembrou que MS atingiu a condição de zona livre com vacinação, outro marco para a pecuária estadual. “Uma conquista da área de vigilância sanitária animal, mas, em especial, uma conquista do trabalho do setor da pecuária. Agora o próximo passo é atingir a condição de zona livre sem vacinação, meta que vamos buscar, pois ela nos dará mais competitividade no mercado internacional”, enfatizou Azambuja.

Com relação à economia brasileira, governador aponta que, “vimos o PIB brasileiro, depois de um período de derrocada econômica, crescer, ainda em índice modesto, mas um fato que mostra bem o potencial do agronegócio, hoje, indiscutivelmente, a  grande força da economia brasileira”.

HOMENAGEM – Durante a solenidade de abertura da 80ª Expogrande, foi prestada uma homenagem ao saudoso produtor rural e ex-prefeito de Sidrolândial, Acelino Roberto Ferreira, conhecido como “Uru”, que também presidiu a Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul – Acrissul – entidade organizadora da Expogrande.

Reinaldo Azambuja afirmou que se faz justiça ao homenagear “uma pessoa querida o quanto foi o seu Uru, ele que foi presidente aqui da Acrissul, justamente há 40 anos, quando aconteceu a divisão do nosso Estado”. Para o governador, o trabalho de pessoas como Seu Uru e as que o sucederam no comando da Acrissul “mostra a força da entidade, da tradição do trabalho da Acrissul, a força da Expogrande e a pujança do agronegócio, que é um dos poucos setores da economia brasileira que cresce”.

Reinaldo lembrou que o país vive um momento extremamente positivo, pois a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China favorece o Brasil no âmbito das exportações de nossas commodities. “Eu não tenho dúvidas que o momento é extremamente positivo”.

Outro ponto abordado pelo governador disse respeito à guerra diplomática que as principais nações do planeta travam contra a Rúsia. No seu ponto de vista “quando vemos uma guerra da diplomacia do mundo todo contra a Rússia, antevemos que se abrem boas expectativas para o Brasil, principalmente, nesse momento muito positivo em que se fazem prognósticos de uma boa colheita, talvez a maior safra de soja da história do Mato Grosso do Sul”.

“O agro é um setor que tem contribuído muito para a economia e a boa sintonia que temos das ações do governo com a associação que representa os produtores faz com que avancemos bastante em boas parcerias em benefício do setor em Mato Grosso do Sul” afirmou ainda Reinaldo Azambuja.

SEGURANÇA NA FRONTEIRA – A luta pelo controle das fronteiras também recebeu atenção do governador Reinaldo Azambuja durante seu discurso. Segundo ele, “temos uma luta que não é só interna do Brasil. Convivemos com a fronteira seca com o Paraguai e com a Bolívia. `Precisamos ter isso integrado. Não é só o Brasil. É o Brasil, o Paraguai, a Bolívia e os outros países que fazem divisa, como no Paraná com a Argentina, o Rio Grande do Sul com o Uruguai. Eu não tenho dúvidas: se nós fizermos um planejamento, uma ação organizada e, em breve, levaremos o Brasil à condição de área livre de febre aftosa sem vacinação. Isso será um marco. É o que todos buscamos. Já é uma grande conquista termos alcançado o status de hoje. Não é pouca coisa. Tivemos casos há 12 anos que dificultaram as exportações de Mato Grosso do Sul e do Brasil. E, graças ao trabalho e consciência do produtor em vacinar e fazer o dever de casa, conseguimos o status atual. Agora é o passo seguinte: tentar realmente a área livre sem vacinação para consolidar no Brasil e nos países vizinhos o processo de erradicação da a febre aftosa” finalizou.

 

 

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