Vereadora é presa em operação do Gaeco por pedir propina de R$ 80 mil

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O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) deflagrou na terça-feira (19) a operação ‘Voto de Minerva’, que investiga a prática de crimes de corrupção passiva e tráfico de influência em Água Clara, cidade a 193 quilômetros da Capital. Uma vereadora e uma comparsa foram presas preventivamente por pedirem propina de R$ 80 mil para influenciar no processo de cassação em trâmite na Câmara de Vereadores.

Conforme o MPE (Ministério Público Estadual), a investigação, conduzida pelo Promotor de Justiça Paulo Henrique Mendonca de Freitas, apura a prática dos crimes de corrupção passiva e tráfico de influência que teriam sido praticados por uma vereadora da cidade.

Segundo órgão, a suspeita utilizou da ajuda de uma terceira pessoa para pedir o valor de R$ 80 mil reais para intervir em processo de cassação que está em andamento na Câmara de Vereadores.

As vereadoras investigadas por pedir a propina e a comparsa, que seria responsável por fazer a abordagem para pedir o dinheiro, foram detidas preventivamente. Além dos dois mandados de prisão, foram cumpridos outros três de busca e apreensão na Câmara dos Vereados e na casa dos envolvidos. Os aparelhos celulares de ambos foram apreendidos na ação.

Após as prisões, a juíza Substituta do município concedeu a liberdade provisória para as envolvidas, mas com a aplicação de medidas cautelares para ambas, tendo, entre elas, a proibição de as investigadas se comunicarem e o afastamento da vereadora do cargo.

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