A manutenção da bandeira amarela implica no adicional de R$ 1,00 para cada 100 quilowatts – hora (kwh) de energia consumidos, devendo permanecer no patamar amarelo no mês de junho, o mesmo adotado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em maio.

Segundo o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, “Nada aponta na direção de voltar para a bandeira verde. Então, a amarela é a mais provável”, destacou Rufino.

Nos quatro primeiros meses do ano, vigorou a bandeira verde, em que não há cobrança adicional na conta de energia elétrica. Em maio entrou, as alterações necessárias passaram a bandeira tarifária para amarela.

A Aneel, criou o sistema de bandeiras tarifário para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O uso de cada bandeira (verde, amarela ou vermelha) está relacionado aos custos da geração de energia elétrica.

Com a alteração realizada no mês de maio, a Aneel aconselha os consumidores a adotar hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado, entre outros.