Câmara quer reduzir valor do gás de cozinha para a população

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A Câmara Municipal de Corumbá está analisando as opções para reduzir o preço do gás de cozinha a população. Atualmente, o botijão entregue em casa, chega a custar R$ 90,00, com isso os vereadores tem recebido diversas reclamações do consumidor local.

Diante da situação, os vereadores Evander Vendramini, presidente do Poder Legislativo, e Manoel Rodrigues, apoiado pelos demais pares da casa, se reuniram com representante da YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos), juntamente com empresários brasileiros ligados ao setor de logística e de importação, para buscar uma alternativa viável, para a redução do valor pago pelos corumbaenses.

A conversa aconteceu na sede da Casa de Leis e, além do gás,também foi abordado o tema com relação à importação da ureia que entraria por Corumbá, com destino não só às regiões produtoras do Mato Grosso do Sul, mas também a outros estados brasileiros.

Além dos parlamentares presentes, a reunião contou com as presenças de Dorival Oliveira, assessor da presidência do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logísticas de MS (SETLOG-MS); Lourival Junior, da SETLOG-Pantanal, e Hugo López Meneses, da YPFB, empresa pública boliviana dedicada à exploração, destilação e venda do petróleo e seus derivados.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Corumbá, vereador Evander Vendramini, “Sabemos que o gás de cozinha da Bolívia é mais barato que o de Corumbá. Uma das propostas era formalizar um acordo entre Brasil e Bolívia, permitindo que pudéssemos comprar o gás engarrafado boliviano nas cidades do outro lado da fronteira”, comentou parlamentar.

A importação do gás de cozinha, engarrafado do outro lado da fronteira, também foi amplamente discutido, principalmente questões relacionadas aos impostos, transportes, peso, etc. Ainda segundo vereador, “É uma saída. Buscamos o gás na Bolívia, já engarrafado, 13 quilos, e ele seria comercializado em nossa região”, observou, lembrando que é preciso ter um valor exato, inclusive no que se refere a impostos, “para voltar a discutir o assunto, já em Santa Cruz, e buscar melhores condições, barateando o preço final ao consumidor”, pontuou.

Ureia

Além do gás, o encontro serviu para tratar da questão da importação da ureia boliviana, que entraria por Corumbá com destino às grandes regiões produtoras. A SETLOG-MS demonstrou interesse em formalizar uma parceria e Dorival Oliveira saiu do encontro municiado de informações que servirão como base para análise de viabilidade.

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