Estado estuda aquisição de cestas básicas para atender as famílias atingidas pela cheia nas regiões do Amolar, Taquari, Forte Coimbra e Porto da Manga.

Prefeitura de Corumbá decreta estado de emergência e tem solicitação atendida pelo Governo de Mato Grosso do Sul. Parecer técnico encaminhado à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil sugerindo a homologação do decreto municipal, apontou a cheia que isolou 2.500 pessoas ribeirinhas e causa prejuízos econômicos com impactos sanitários no rebanho devido à movimentação dos animais.

A homologação pelo governo federal torna a região atingida pelo fenômeno natural como prioridade quanto ao repasse de recursos financeiros e permite, excepcionalmente, o alongamento de dívidas dos produtores rurais. Os pantaneiros pediram liberação de linha de crédito especial pelo Banco do Brasil e mudanças em programas, como o de retenção de novilhas, e prorrogação da vacina antiaftosa, que se estenderá até 30 de junho.

A cheia deste ano no Pantanal não deve passar dos seis metros (do rio Paraguai) na régua do município de Ladário, localizada na fortificação da Marinha. Após cinco dias em estabilidade, o rio voltou a subir e registra 5,33 metros na terça-feira (12). A expectativa é de que o pico nesse ponto, que serve de referência para estudos e previsões hidrológicas na bacia pantaneira, será de 5,70 metros. O nível atual do rio em Ladário estava previsto para o final do mês.