O presidente do Sindicato dos Servidores Publicos Municipais de Paranaíba (Sindispar), Antonio Marcos Ferreira da Silva, e membros da diretoria, foram recebidos pelo prefeito Ronaldo Miziara (PSDB), para tratar de questões que envolvem os interesses da categoria.

Além de serem informações sobre os motivos que levaram a administração a suspender  alguns adicionais dos salários, os sindicalistas ainda ficaram sabendo da decisão do prefeito de convocar as 71 pessoas aprovadas no concurso para agentes comunitários de saúde. E festejaram. O presidente do Sindispar agradeceu ao prefeito e seus assessores pela convocação, que põe fim a uma longa pendência judicial e permitirá reforçar a estrutura de atendimento da política publica de saúde do Município.

Antonio Marcos postou assim o seu agradecimento nas redes sociais: “Queremos agradecer ao excelentíssimo senhor prefeito Ronaldo Miziara pela nomeação dos 71 aprovados no concurso de agente comunitário de saúde. Agradecemos os secretários de Administração, Dr Fredson Freitas, e de Saúde, Débora, que estão sendo essenciais nesse processo. Parabéns a todos os nomeados por esta grande conquista! Estamos muito felizes por vocês e desejamos todo sucesso do mundo”.

O edital de convocação foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira, 7, com prazo de 30 dias para a apresentação dos 71 aprovados com todos os documentos. Segundo o prefeito, a saúde é uma das prioridades absolutas da administração e precisar estar com a máxima capacitação para responder às demandas, como é o caso das ações preventivas e demais intervenções confiadas aos agentes comunitários.

ADICIONAIS – Sobre a suspensão das gratificações – na verdade, os adicionais que compõem a massa de salários – Ronaldo Miziara garantiu que não havia outra saída para cumprir a lei. Enfatizou ser defensor de ganhos na remuneração dos trabalhadores, mas é necessário que estejam previstos e consolidados por lei. Por causa disso teve que suspender benefícios que eram pagos em situação irregular.

Ele informou então que a gestão anterior pagava três tipos de adicionais que somavam 214 desembolsos extras para a folha, sendo oito por periculosidade, 22 por trabalho noturno e 184 por insalubridade. Porém, 35 desses adicionais vinham sendo pagos pela Prefeitura até 2016 sem base legal. Por causa disso foram suspensos oito pagamentos de adicionais por periculosidade, seis de trabalho noturno e 21 de insalubridade.

Miziara fez questão de esclarecer que a medida foi tomada exclusivamente por causa da irregularidade. Mas salientou: os servidores que tiveram os benefícios suspensos devem buscar o amparo legal e se comprovada a regularidade a Prefeitura pagará o adicional pertinente.