Juíza defende a Justiça Restaurativa como forma de combate à corrupção

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A juíza Katy Braun, coordenadora da Infância e Juventude de MS, participou do programa “Feliz da Vida”, da TVI, ao vivo, para esclarecer sobre o trabalho dos facilitadores da Justiça Restaurativa nas Escolas Públicas da Capital disseminando valores para cultura de paz e no combate à corrupção.

A juíza explicou que este tema tem sido um assunto de debates e conversações nos diversos meios de comunicação e redes sociais, sendo natural o questionamento por crianças e adolescentes sobre o que é isso e quais caminhos serão traçados como solução. Como resposta às diversas indagações, a Justiça Restaurativa nas Escolas apresenta o procedimento restaurativo “A Vivência dos Valores”.

Para entender melhor o que a Justiça Restaurativa proporciona às escolas, é necessário abordar alguns valores essenciais que são: Empatia – habilidade de entender o sentimento ou reação de outra pessoa; Empoderamento – tornar-se dono e responsável pela resolução de seus conflitos; Esperança – alimentar a expectativa de mudanças para os envolvidos no conflito; Honestidade – o procedimento restaurativo requer que seus participantes falem aberta e honestamente sobre seus sentimentos e responsabilidades.

Além desses conceitos, destacam-se: a Humildade – reconhecer que somos seres humanos falhos, vulneráveis; Interconexão – todos interligados uns aos outros; Participação dos envolvidos em um conflito e que devem tomar decisões em comum acordo; Percepção é a forma de perceber os acontecimentos e que cada indivíduo compreende as situações de diversas maneiras; Respeito – entender que todos têm igual valor, bem como a responsabilidade, contribuindo para a construção de um mundo melhor, onde honestidade e respeito são naturais. E alunos que aprendem a vivenciar esses valores serão melhores adultos.

Por fim, a criança ou adolescente que aprende a respeitar o outro, a ser responsável por seus atos e omissões, irá se colocar no lugar do outro, irá se conhecer melhor e assim conhecendo os outros, por meio do diálogo, se comportará de forma ética e humana, com princípios e valores, fazendo o que é certo, correto e honesto, devolvendo o troco a mais recebido, devolvendo a caneta que pegou emprestada, evitando apelidos constrangedores e deixando de receber propinas.

TJMS

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