Amarildo sugera acompanhamento das reformas

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O deputado Amarildo Cruz (PT) subiu à tribuna durante sessão desta quarta-feira (29) para apresentar os resultados da audiência pública realizada ontem pela Assembleia Legislativa, que debateu a Reforma da Previdência Social do Brasil. O deputado também discursou sobre a necessidade de criar uma Comissão para acompanhar a reforma da previdência estadual, MSPrev, já anunciada pelo Governo do Estado.

“A audiência discutiu de forma transparente e de alto nível os impactos que a PEC [Proposta de Emenda à Constituição nº 287/2016] vai causar nos trabalhadores brasileiros. A maioria se posicionou contrária a aprovação da PEC como ela está. Ninguém nega que é preciso reformar o sistema previdenciário, mas no sentido de melhorá-lo para uma aposentadoria digna e não prejudicar ainda mais o contribuinte”, disse o deputado.

Na audiência foi questionado, segundo Amarildo, sobre os 30% dos recursos da Previdência Social que o Governo Federal é autorizado a remanejar para investimentos em outras áreas e, dentre outras questões, sobre os sonegadores fiscais da Previdência, como os grandes bancos, e os dados de inúmeros auditores sobre o superávit da Previdência.

O parlamentar ainda afirmou que é preciso questionar a reforma da Previdência Estadual que está por vir. “Para discutir com profundidade, penso que podemos criar uma Comissão Especial, pode ser uma Parlamentar de Inquérito (CPI), para discutir diretamente com o Governo os dados e as inúmeras denúncias de irregularidades que recebemos. Pedir uma CPI é abrir um espaço de possibilidade do debate transparente e de convocação de pessoas que tragam os números para a gente discutir com a sociedade”, argumentou o deputado e 2º secretário da Casa de Leis, Amarildo Cruz.

Professor Rinaldo (PSDB) e Dr. Paulo Siufi (PMDB) concordaram com os impactos que a reforma nacional irá causar. “Fico preocupado com o nosso futuro. Não adianta nos comparar com países desenvolvidos. Precisamos ampliar o debate com maturidade e que sejam abertos os números reais”, destacou Rinaldo. “O povo não pode ser penalizado, mais do que já é”, finalizou Siufi. Confira mais sobre a audiência desta terça-feira clicando aqui.

Agência ALMS

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